Mostrando postagens com marcador Roedores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roedores. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de setembro de 2009

Poema: Porquinho da Índia


Porquinho-da-Índia

Poema de Manuel Bandeira

Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração eu tinha
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele pra sala
Pra os lugares mais bonitos, mais limpinhos,
Ele não se importava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas...
- O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.

Fonte: http://www.lainsignia.org/2005/enero/cul_027.htm Acesso em: 27/09/09

Veja logo abaixo um vídeo meu:



É um animalzinho muito dócil que encanta adultos e crianças. Aí no vídeo, a mãe e uma filhotinha que nasceu hoje (27/09/09).

Veja também matéria sobre o porquinho da Índia como animal de estimação, clicando em: http://capi2.blogspot.com/2006/10/porquinhos-da-ndia-animal-de-estimao.html

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Porquinho da Índia


Porquinho da Índia

O porquinho da Índia ("Cavia porcellus") (ou preá, preá da Índia) é um roedor sul-americano da família dos caviídeos, existindo atualmente apenas como animal doméstico.
Apesar do seu nome comum, o porquinho da Índia não é suíno, nem tampouco indiano. Seu nome se deve a um erro de navegação: à época das grandes navegações, quando os europeus chegaram à América, buscando um novo caminho para as Índias, encontraram o pequeno animal, que era chamado pelo nativos de "Cui", por causa de seus grito curto parecido com o dos porcos. Os navegantes gostaram dele e o adotaram como mascote, levando-o para a Europa com um nome equivocado: porquinho da Índia.
Os porquinhos da Índia tornaram-se moda, ao chegarem à Espanha, espalhando-se então por toda a Europa, como animais de estimação.

Com relação ao seu nome em língua inglesa, "guinea pig", existem duas teorias:

* a de que as embarcações inglesas por fazerem escala na costa da Guiné, deram às pessoas a ideia de que os animais eram originários daquela região (e não da costa pacífica sul-americana); e
* ao preço cobrado pelos marinheiros ingleses pelos animais, um guinéu, moeda de ouro utilizada à época.

Desde o século XIX estes roedores vem sendo utilizados em estudos experimentais de laboratório, por isso são também conhecidos como cobaias, termo que, por vezes, também é utilizado para designar os hamsters.
Os porquinhos-da-Índia vivem de quatro a oito anos e podem reproduzir-se ao longo de todo o ano, gerando dois a cinco filhotes por ninhada. Para o primeiro acasalamento, recomenda-se que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses (jamais depois de sete meses). O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias. O tamanho dos filhotes, ao nascer, é de 7,62 cm. A idade ideal para o desmame é de 3 semanas.

Os machos chegam a pesar entre 1 kg e 1,2 kg e a medir 25 cm quando adultos. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 20 cm de comprimento e com entre 800 e 900 g de peso.

São animais vivazes e dóceis, raramente mordendo, o que pode ocorrer somente ao se sentirem ameaçados. Adaptam-se bem ao cativeiro e são alimentados com ração de coelho peletizada, feno ou capim, legumes (exceto alface, que pode causar-lhe diarréia) e frutas frescas. Recomenda-se a introdução do brócolis e da couve-flor na sua alimentação, por causa da quantidade de vitamina C que oferecem. Alimentos novos devem ser apresentados aos poucos, um de cada vez, observando sua reação.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Porquinho-da-%C3%ADndia
Acesso em 24/09/09

Para mais informações sobre o porquinho da Índia, acesse os sites abaixo:
http://www.bicharada.net/animais/animais.php?gid=15
http://br.geocities.com/vidaanimall/animais/roedores/porquinho.htm
http://www.saudeanimal.com.br/artigo87.htm
http://www.cuicui.com.br/porquinhos.asp
http://animais.clix.pt/topicos.php?bid=52
http://www.petsbr.com/?p=898

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Os dentes dos roedores e o bico das aves

Por que os dentes dos roedores e o bico das aves crescem sem parar?

Os dentes dos roedores e o bico das aves crescem sem parar para facilitar as tarefas diárias. Se isso não acontecesse esses bichos teriam dificuldades para cortar galhos e sementes e para cavar e escalar. A cutia é um exemplo. Para se alimentar, ela precisa abrir a duríssima casca do seu prato predileto: a castanha-do-pará. Realizando essa e outras tarefas, seus dentes da frente - os incisivos - se desgastam muito. Como esses dentes foram mesmo feitos para roer, roer e roer as superfícies mais duras tão rapidamente quanto são desgastados, eles crescem sem parar. Além disso, a parte da frente desses dentes possui uma camada de esmalte reforçada. A parte de trás, porém é mais macia e funciona como um alicate.
Essas adaptações engenhosas é que permitem aos roedores as habilidades de cavar, escalar, cortar galhos e sementes duras. Outro exemplo é o castor da América do Norte, um roedor de dentes tão fortes que são capazes de cortar árvores e construir pequenas represas usando apenas seus dentes incisivos, reconstruindo o ambiente ao seu redor semelhante aos humanos.
Com os roedores tudo bem, mas será que os bicos das aves também crescem sem parar? Claro que sim! O bico das aves é formado, principalmente, por um tipo de osso chamado pneumático. Os ossos pneumáticos são muito mais leves que os ossos encontrados nos humanos e em outros animais. Essa leveza é necessária para o equlíbrio durante o voo. Os ossos do bico são cobertos por uma capa formada de queratina, o mesmo material que compõe as nossas unhas. Essa capa é conhecida como ranfoteca e serve para proteger, dar forma e cor ao bico. Ela cresce continuamente em ritmo lento. Mas como o bico é usado constatemente para a alimentação e várias outras funções, essa cobertura vai se desgastando e seu crescimento compensa este desgaste.
Araras, papagaios e periquitos estão entre os animais que possuem uma das maiores taxas de crescimento de seu bico entre todas as aves. Essas aves se alimentam principalmente de sementes duras e frequentemente utilizam o bico como se fossem mãos, que se movimentam entre os galhos das árvores. (Texto adaptado)

Fonte:
Texto de: Salvatore Siciliano e Luciano M. Lima
Projeto Aves, Quelônios e Mamíferos Marinhos da Bacia de Campos
Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ
IN: http://cienciahoje.uol.com.br/147521
Acesso em 24/08/09
Veja lá o texto original, além de outras tantas informações importantes.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Cutia


Cutia (Dasyprocta aguti)
A cutia (Dasyprocta aguti) (também conhecida como cotia) é um mamífero roedor, da família Dasiproctidae, gênero Dasyprocta, de pequeno porte, medindo entre 49 e 64 cm. Sete espécies de cutias habitam o território brasileiro.
As cutias têm apenas vestígio de cauda, extremidades anteriores bem mais curtas que as posteriores, e pés compridos com cinco dedos, sendo três desenvolvidos, com unhas cortantes equivalentes a pequenos cascos, e o quinto dedo muito reduzido. Herbívoras, as cutias se alimentam de sementes e frutos. Costumam fazer uma coleta cuidadosa na época de abundância para utilização em épocas de escassez. Sua coloração é variável entre as espécie. A sua pelagem apresenta um efeito especial, aparentando ser dourada. Cada pelo possui zonas de várias cores, desde branco a castanho escuro. Este efeito de zonagem, comum em muitos outros animais tais como o lobo-cinzento, é causado por uma substância chamada eumelanina, que, durante o crescimento do pelo, é produzida de forma intermitente, dando origem a esse efeito. Por esta razão é usada a designação aguti para referir genericamente este efeito na pelagem dos animais.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cutia

Acesso em: 30 de março de 2009.
Foto: Iliana Rosa

Cutia
A cutia é um mamífero roedor da família Dasyproctídae, que vive nas matas e capoeiras, saindo à tardinha para alimentar-se de frutos e sementes caídos das árvores. Possui de 1,5 a 2,8 kg de peso. A cabeça é um pouco alongada com orelhas relativamente pequenas. A dentição é composta de quatro dentes incisivos longos e curvos. A cauda é curta e nua com cerca de 1,5 cm de cumprimento.
Seus membros anteriores são bem menores do que os posteriores e exibem quatro dedos funcionais utilizados para levar o alimento à boca.
As longas extremidades posteriores (com três dedos desenvolvidos, com unhas cortantes, equivalentes a pequenos cascos) fazem com que a cutia seja boa saltadora. Os pêlos são ásperos, duros e compridos.
A coloração é variável entre as sete espécies que existem no Brasil. As espécies mais freqüentes no Nordeste brasileiro são: Dasyprocta aguti e Dasyprocta prymnolopha.
A cutia enterra o alimento em diversos locais, dentro do seu território.
Na época de escassez de alimentos ela desenterra o que foi anteriormente estocado.
A comunicação entre cutias acontece principalmente pelo olfato e pela audição.
A comunicação olfativa é realizada através de odores deixados pela secreção de uma glândula anal e pela urina e funcionam como delimitadores territoriais para localizarem o alimento anteriormente escondido e na identificação de membros do mesmo grupo.
A gestação varia em torno de 104 dias, com ciclo estral de 30.
A quantidade de filhotes por parto varia de 1 a 3, ficando a maioria das fêmeas com 2 filhotes por parto, os quais possuem o corpo totalmente coberto de pêlos, os olhos abertos e se locomovem com facilidade.
A cutia tem um hábito de bater com a pata traseira no chão o que funciona como alarme contra predadores ou um membro de outro grupo
A relação entre machos e fêmeas, numa população, deve ser em torno de um macho para seis fêmeas, podendo variar esta proporção.
Fonte: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/animais/cutia.php
Acesso em: 30 de março de 2009.


A cutia é um animal mamífero encontrado em todo o território brasileiro, o que significa que pode ser encontrada também entre os animais da fauna do cerrado.

Veja aqui ( em PDF) trabalhos (textos) interessantes sobre a cutia, de Adriana Maria Viana Nunes Pinheiro, da Universidade Federal do Piauí. Acesso em: 30 de março de 2009.

E abaixo, veja um vídeo da cutia dispersando sementes:

Pesquisa no Google

Pesquisa personalizada