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terça-feira, 14 de maio de 2013

Bicho-preguiça

Curiosidades sobre a preguiça

Bela adormecida
A preguiça fica acordada a noite e dorme o dia todo na copa das árvores. Raramente bota as patas no chão - prefere mesmo ficar zanzando entre as árvores. A preguiça dorme em média 14 horas por dia.

Par ou ímpar?
Três espécies de preguiça contam com três dedos nos pés, enquanto outras duas espécies têm apenas dois dedos.

Boa de faro
A visão e a audição da preguiça não são das melhores. Por isso, o animal conta com um bom olfato, que ajuda a encontrar comida.

Gira, gira, gira!
A cabeça é bem arredondada e consegue fazer movimentos giratórios de até 270 graus!

Está com sede? Não!
O animal não tem sede e nunca bebe água. O líquido de que necessita já é absorvido dos alimentos que ingere. 

Será o Zé do Caixão?
As unhas são longas e fortes, boas para se prender nas árvores. Mas a preguiça é tão lenta que dificilmente atacaria alguém.

Devagar e sempre
Se a velocidade é importante para muitos bichos na natureza, a lentidão da preguiça é salvadora! Com movimentos lentos e silenciosos, ela não chama a atenção de predadores como a águia e a onça-pintada.

Preguiçosinho...
Com metabolismo bem lento, as preguiças fazem cocô só uma vez por semana! É quando elas resolvem descer das árvores e procurar um troninho em terra firme.

Prima do tatu
Apesar de a aparência ser diferente, a preguiça é um parente distante do tatu e do tamanduá. Os três fazem parte da ordem Xenarthra, que é uma divisão na classe dos mamíferos. 

Onde vive: Nas florestas da América Central e do Sul. Pode ser encontrada na Amazônia.
Tamanho: 70 centímetros.
Peso: entre 3 e 6 quilos.
O que come: folhas, frutos e brotos de árvores.
Tempo de vida: cerca de 40 anos.

Texto de Débora Zanelato
Fonte: Revista Recreio nº 684, de 18/04/2013, páginas 20 e 21.







segunda-feira, 13 de maio de 2013

Girafa

Girafa
(Giraffa camelopardalis)

Tamanho: 5 metros de altura, sendo 3 metros de pescoço.
Onde vive: na África.
Tempo de vida: 25 anos.
O que come: folhas de mimosa e acácia.
Predadores: leão.
Reprodução: 15 meses de gravidez, com nascimento de um filhote.
Comportamento: vive em bando e quando assustada sai a galope. Quando ameaçada, ela dá coices.
Ameaça: a destruição do ambiente em que vive.


Fonte: 
Ciências Naturais -  Coleção Eu Gosto
Célia Passos e Zeneide Silva
IBEP - São Paulo - 2009

domingo, 12 de maio de 2013

Lhama

Lhama
(Lama glama)

Tamanho: 2,40 metros de comprimento, 2 metros de altura e 140 quilos (no caso do macho).
Onde vive: nas montanhas da Bolívia, do Peru, e da Argentina.
Tempo de vida: 24 anos.
O que come: gramíneas.
Predadores: não tem.
Reprodução: um filhote a cada cria, após gestação de um ano.
Comportamento: vive em grupo e é dócil, por isso é hoje um animal domesticado.
Ameça: a população está diminuindo porque sua importância no transporte de mercadorias decaiu com a construção de estradas.


Fonte: 
Ciências Naturais -  Coleção Eu Gosto
Célia Passos e Zeneide Silva
IBEP - São Paulo - 2009

sábado, 27 de abril de 2013

Hipopótamo

Hipopótamo
(Hippopotamus amphibius)

Tamanho: 4.000 quilos de peso e 1,50 de altura, no caso do macho.
Onde vive: no vale do Rio Nilo, na África.
Tempo de vida: 40 anos.
O que come: plantas rasteiras.
Predadores: jacarés atacam os filhotes.
Reprodução: gestação de 230 dias, com nascimento de um filhote.
Comportamento: vive imerso nos rios, em grandes bandos; dorme durante o dia e pasta à noite na vegetação da margem; é agressivo e não teme o ser humano.
Ameaça: os caçadores.


Fonte: 
Ciências Naturais -  Coleção Eu Gosto
Célia Passos e Zeneide Silva
IBEP - São Paulo - 2009

terça-feira, 23 de abril de 2013

Peixe-boi

Peixe-boi marinho
Trichechus manatus manatus

Gorduchos e preguiçosos

Para os índios Tupi-guarani, o peixe-boi é conhecido como Guarabá ou Igarakuê, que significa canoa virada. E ao vê-lo boiando na água é essa a impressão que se tem, porque só avistamos suas costas. Só quando ele sobe para respirar é que aparece o focinho e, quando mergulha fundo, o rabo. Há poucas décadas esse mamífero aquático pertencente à ordem Sirenia poderia ser encontrado desde o litoral do espírito Santo até o extremo norte do Brasil. Mas agora ele só e´visto entre os estados de Alagoas e do Amapá. No Brasil, existem duas espécies de peixe-boi: o marinho (Trichechus manatus manatus) e o amazônico (Trichechus inunguis). Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é o peixe-boi marinho que está mais ameaçado de extinção. Hoje, existem no máximo 400 representantes dessa espécie no litoral brasileiro.
O peixe-boi é  peixe porque vive na água e é boi porque só se alimenta de vegetais. Ele não gosta de se mexer muito. E suas atividades favoritas são comer e dormir.
Esse animal chega a pesar cerca de 800 quilos, e quanto ao tamanho alguns chegam a ter até quatro metros de comprimento, pois podem passar até três horas enchendo a barriga com capim-agulha, algas, aguapés ou folhas de mangue.
É um animal dócil e inofensivo. O peixe-boi vive em média 50 anos. A gestação da fêmea dura 13 semanas e o filhote já nasce com um metro  e 30 centímetros, aproximadamente. A mãe amamenta e cuida dele por cerca de dois anos.
As duas nadadeiras peitorais do peixe-boi funcionam como leme e servem também para levar o alimento à boca. Debaixo de cada nadadeira, a fêmea tem uma mama. Normalmente, o peixe-boi vive solitário. Só na época de reprodução é que são vistos vários machos em torno de uma fêmea. Eles aproveitam esse período que passam juntos para brincar, por isso é comum vê-los rolando, abraçando-se e beijando-se!
Meigo e nada agressivo, o peixe-boi tornou-se presa fácil dos pescadores. Como é preciso quase dez anos para que esse animal se torne adulto e possa se reproduzir, o número de representantes da espécie reduziu-se drasticamente. Hoje, há leis que proíbem a caça do peixe-boi, mas seu habitat continua sendo destruído e por isso está na lista dos animais ameaçados de extinção.

Fonte: Revista Ciência Hoje das Crianças Nº 83, de Agosto de 1998
Texto (adaptado) de Renata Santoro de Sousa Lima,
Departamento de Zoologia,
Universidade Federal de Minas Gerais

quarta-feira, 13 de março de 2013

Jaguatirica

Jaguatirica
(Felis pardalis)

Tamanho: 1 metro de comprimento e cerca de 15 quilos, no caso do macho.
Onde vive: nas Américas.
Tempo de vida: cerca de 20 anos.
Alimentação: coelhos, porcos selvagens, lagartos, rãs e peixes.
Predadores: não tem.
Reprodução: gestação de 70 dias, com nascimento de dois a quatro filhotes.
Comportamento: caça durante a noite e só vive em grupo no tempo da reprodução.
Ameaças: a a caça e a destruição do ambiente em que vive.


Fonte: 
Ciências Naturais -  Coleção Eu Gosto
Célia Passos e Zeneide Silva
IBEP - São Paulo - 2009

domingo, 30 de setembro de 2012

Macaco-prego

Macaco-prego
Cebus apella




É um macaquinho muito inteligente e hábil que consegue abrir  frutas de casca dura usando pedras e pedaços de pau. Vive em bandos nas matas e florestas da Amèrica do Sul. E passa a maior parte do tempo nas árvores, onde dorme e consegue alimento: frutas, nozes, sementes, flores, insetos, ovos e pequenos vertebrados. Só desce para beber água ou atacar plantações. Por ser encontrado em todo o Brasil, é um dos dez mamíferos mais capturados pelo tráfico de animais silvestres. O tráfico e a perda de habitat são as maiores ameaças a essa espécie.

Para saber mais visite:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macaco-prego

Fonte: 
Boniteza Silvestre
Lalau e Laurabeatriz
Editora Peirópolis - 2007

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Preguiça

Preguiça 
Bradypus tridatylus

Tamanho: 60 centímetros de comprimento e 8 quilos ( no caso do macho).
Onde vive: nas florestas da América do Sul.
Tempo de vida: 20 anos.
Alimentação: folhas e frutos.
Predadores: onça.
Reprodução: um filhote por ano, depois de 180 dias de gestação.
Comportamento: hábitos solitários, passa a vida nas árvores,  onde se alimenta, se acasala e tem filhotes. Tem movimentos lentos, porém é boa nadadora.
Ameaça: a principal ameaça é a destruição do meio ambiente.

Fonte: 
Ciências Naturais -  Coleção Eu Gosto
Célia Passos e Zeneide Silva
IBEP - São Paulo - 2009

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Bisão americano

Bisão americano
Bison bison



O bisão americano mede cerca de 4 metros de comprimento e pesa em torno de 500 quilos. Antigamente vivia por toda a América do Norte, mas nos últimos tempos vive principalmente em parques e reservas. O animal vive cerca de 20 anos. É vegetariano pastador. A fêmea dá à luz um filhote por vez e tem uma gestação que dura nove meses. Na primavera ela separa-se da manada para dar à luz. Esses animais vivem em manadas e só chegam a agredir  para proteger as crias.
É um animal mamífero.

Fonte: 
Ciências Naturais - 4º ano - Coleção Eu Gosto
Célia Passos e Zeneide Silva
IBEP - São Paulo - 2009

Para saber mais sobre o bisão acesse:

domingo, 12 de junho de 2011

Leão-marinho


O leão-marinho é um animal mamífero. Vive em regiões de baixas temperaturas e alimenta-se principalmente de peixes e de moluscos.
Receberam este nome porque assim como os leões, nos machos a pelagem é diferente da pelagem das fêmeas: eles têm uma espécie de juba, como os leões. Além disso, como eles têm um rugido grave, acabaram sendo chamados de "leão".
A gestação de uma leoa-marinha dura em torno de 12 meses. Os filhotes chegam a medir 40 cm e, pelo fato de nascerem em terra, só aprendem a nadar depois de 2 meses de vida.
Existem várias espécies de leões-marinhos. Algumas espécies são domesticadas pelos jardins zoológicos de todo o mundo para realizarem espetáculos de animação. Leão-marinho-da-patagônia, e leão-marinho-da-califórnia são exemplos de espécies que podem ser domesticadas.
Os leões-marinhos já estiveram muito próximos da extinção. Entre 1917 e 1953, mais de meio milhão desses animais foi abatido por caçadores em busca de sua gordura e de seu couro, usado sobretudo na confecção de casacos. Com a proibição da caça, esses animais, que chegam a pesar 300 quilos e a atingir 3 metros de comprimento (fêmea 140 kg e os machos 300 kg), começaram a se recuperar. Mesmo assim, ainda sofrem com a poluição das águas e, principalmente, com a pesca realizada com redes. Seus maiores predadores são o homem, as orcas, e os tubarões.

Fonte: 
Acesso em:12/09/2011

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Mini Coelho

Mini Coelho

Os mini coelhos são animais mamíferos. Pertencem à família dos lagomorfos. Assim como as lebres, não são roedores. Mas apesar de pertencerem a ordens diferentes, coelhos e roedores possuem algumas características comuns, como os dentes incisivos que nunca param de crescer (coelhos têm quatro superiores, enquanto roedores têm somente dois).
Os coelhos tem seus membros posteriores bastante fortes para saltar, já os membros anteriores são adaptados para cavar suas tocas. A cauda é normalmente curta e o tamanho e posição das orelhas dependem da raça. Quando estão em seu habitat natural, seus predadores são raposas, falcões e cachorros do mato. A fuga é sua defesa, que ocorre através de grandes saltos proporcionados pelas longas e fortes patas traseiras. Orelhas grandes e sensíveis o ajudam a descobrir com rapidez o perigo. Geralmente, a cor da pelagem ajuda-os a se disfarçar: os coelhos selvagens que habitam lugares com neve são brancos, enquanto os coelhos das florestas tropicais são marrons. Podem passar muito tempo imóveis, a fim de não revelarem seu esconderijo.
O Mini Coelho é um mascote ideal, muito apegado a seu dono, sua manutenção é de baixo custo. São animais limpos e fáceis de cuidar, podem ser soltos dentro de casa ou apartamento; não têm cheiro no pelo, lavam-se sozinhos, assim, não necessitam de banho; fazem suas necessidades geralmente, em um lugar específico; não precisam de vacinas; normalmente são muito dóceis; seu tamanho varia entre 25 e 35 cm de comprimento e o peso entre 1 a 2 kg; a expectativa de vida pode variar de 6 a 8anos.

Para conhecer mais sobre o Mini Coelho, veja os links abaixo:

 

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Tamanduaí

Tamanduaí
Cyclopes didactylus
 

O tamanduaí é o menor tamanduá do mundo. É encontrado na região que vai do sul do México até a parte central da América do sul, no Brasil e em países como Bolívia, Venezuela e Colômbia. Conhecido popularmente como tamanduaí, ele vive em nosso país na Amazônia, em áreas da Mata Atlântica do Nordeste e em matas ao longo de cursos d'água no Cerrado, nas áreas mais próximas a Amazônia. Com cerca de 45 cm de comprimento e pesando em torno de 400 gramas, ele é o menor de todos os tamanduás.
Animal, que emite um som semelhante a um assobio suave, possui pelo longo, macio, sedoso e levemente ondulado e tem olhos redondos e pretos. O tamanduaí possui orelhas  tão pequenas que ficam escondidas no meio da densa pelagem, que é cinza, dourada, com reflexos prateados, na parte superior de seu corpo. Nas costas, bem no meio, ele apresenta uma lista marrom escuro, que vai dos ombros até a garupa. Sua cabeça é dourada, assim como suas pernas, que também podem ser cinza. Já o seu peito é marrom-escuro ou com uma mancha marrom.
Encontrado em matas tropicais, o tamanduaí, aparentemente, não vive em áreas de vegetação aberta. Porém, não se conhece bem a sua distribuição em diferentes tipos de floresta. O que se sabe é que o menor tamanduá do mundo vive nas árvores e raramente desce ao chão. Por isso, o animal pode ser prejudicado pelo desmatamento, já que as árvores são o seu lar.
De hábitos noturnos e solitários, o tamanduaí passa o dia repousando, geralmente em um emaranhado de cipós, com o corpo curvado de tal maneira que forma uma bola. Em atividade, se locomove vagarosamente por pequenos galhos e cipós, dobrando as suas patas traseiras para agarrá-los com firmeza.
A alimentação do tamanduaí é composta principalmente por formigas, mas ele se alimenta também de outros insetos, como os cupins. Ao se alimentar usa suas garras - uma menor e outra menor nas patas dianteiras e quatro garras longas nas patas traseiras. Com elas, faz uma fenda em algum buraco do galho que esteja ocupado por formigas e as lambe com sua língua. As afiadas garras das patas dianteiras também são úteis na defesa. Os machos as usam contra seus atacantes.
A cada gestação, o tamanduaí fêmea gera um único filhote. A cria é deixada em uma árvore à noite, enquanto a mãe se alimenta, e é amamentada por ela até que tenha idade para, sozinha, procurar e comer formigas. As fêmeas adultas de tamanduaí têm territórios grandes e o território de um macho inclui o de várias fêmeas, o que significa que ele tem sempre à sua disposição várias fêmeas.

Texto de José de Sousa e Silva Júnior
Coordenação de Zoologia
Museu Paraense Emílio Goeldi

Fonte:
Revista Ciência Hoje das Crianças nº 174, pág. 16
Novembro de 2006
Veja aqui um vídeo do You Tube com esse animalzinho:



Para saber mais:
http://tamandua.org/especies/16

terça-feira, 13 de julho de 2010

Macaco em perigo

Macaco em perigo

"Pesquisadores do Centro de Primatas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estão mapeando os refúgios da Amazônia em que um dos macacos mais ameaçados de extinção luta para sobreviver. O caiarara ou macaco-cara-branca foi descrito cientificamente em 1992 e, de imediato classificado como espécie "criticamente em perigo de extinção". O animal habita regiões do Pará e do Maranhão, dentro do chamado Arco do Desmatamento, onde estão as parcelas da Floresta Amazônica mais degradadas, reduzidas a apenas 30% da vegetação original. Os pesquisadores do Projeto Kaapori, do Ibama, realizaram quatro expedições nos últimos dois anos para localizar esses primatas. Entre os locais em situação mais crítica para a conservação do caiarara está a Reserva Biológica Gurupi, no Maranhão, atingida por impactos ambientais e problemas sociais."

Fonte:
Revista Horizonte nº 108, ano 19, pág. 20

domingo, 6 de junho de 2010

Cuxiú-preto


Cuxiú-preto
Chiropotes satanas

O cuxiú-preto é um macaco único. A maior parte de seu corpo é preto. Tem um rabo peludo e comprido. Mede cerca de 40 cm de comprimento de corpo e 40 cm de cauda. No queixo, tanto os machos quanto as fêmeas tem uma barba grossa. O seu peso médio é de 3 a 4 quilos. É encontrado em parte da Amazônia, no leste do estado do Pará e no oeste do estado do Maranhão. Ele habita áreas de florestas, com árvores altas e está ameaçado de extinção. Desloca-se rapidamente durante todo o dia pelas copas de árvores altas, em busca de comida: flores, brotos, insetos, aranhas e frutas. Dos frutos, o cuxiú gosta é das sementes, quando elas ainda estão verdes e macias.
É um animal veloz e arisco, o que facilita sua fuga de qualquer um que tenta se aproximar. A espécie vive em grandes grupos, com até 40 indivíduos, onde o número de machos e fêmeas é bem equilibrado.
O desmatamento e destruição das matas onde mora o cuxiú-preto são grandes ameaças à espécie. Ele também é caçado por causa de sua carne, que é usada para a alimentação e por causa de seu rabo que é vendido como espanador.

Para saber mais sobre o macaco cuxiú-preto, clique nos links:
http://animais.bicodocorvo.com.br/informacoes/mamiferos/pequenos/cuxiu-preto
http://www.anda.jor.br/?p=32347
http://portalamazonia.globo.com/pscript/amazoniadeaaz/artigoAZ.php?idAz=838
Acesso em 07/06/2010

Fontes:
Os links acima e Revista Ciência Hoje das Crianças
Nº 207, de Novembro de 2009
Página 16
Texto de Liza M. Veiga e Iran Veiga
(adaptado e com cortes)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Peixe-boi marinho

Peixe-boi marinho


"A confecção de um novo mapa de distribuição do peixe-boi marinho no Nordeste brasileiro pode ser mais um aliado na preservação da espécie, hoje considerada criticamente ameaçada de extinção. A estratégia ousada de três pesquisadores, coordenados pela Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA), foi colocada em prática com o auxílio de um monomotor modelo Cessna 172 A, que sobrevoou a costa litorânea de Pernambuco, de Alagoas e da Paraíba. As informações coletadas ao longo de quatro dias, na semana passada, vão ajudar os cientistas a detectar previamente locais onde não há mais incidência de animais."

Veja a matéria completa, publicada pelo Ecodebate de 04 de fevereiro de 2010.


Fonte:
http://www.ecodebate.com.br/2010/02/04/pesquisadores-sobrevoam-litorais-de-tres-estados-do-ne-para-identificar-areas-habitadas-pelos-peixes-bois-marinhos/
Acesso em 04/02/2010


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ariranha

Ariranha

Pteronura brasiliensis

A ariranha é uma espécie de lontra., porém se distingue dela, por causa do grande porte. Sua distribuição original cobre a bacia Amazônica, do São Francisco e a Alta Bacia do Paraguai e do Paraná. Pode ser encontrada em quase todo território brasileiro, com exceção da Caatinga e florestas de baixada.Mas a região amazônica é que concentra o maior número de indivíduos da espécie. No Pantanal, vivem ao longo de rios, corixos e lagoas, preferindo os corpos d'água de margens expostas, onde escavam suas tocas. Vivem em grupos familiares de 5 a 9 indivíduos, são raramente solitárias e são especializadas em pescar e comer peixes grandes, mas provavelmente também podem comer crustáceos, moluscos ou outros vertebrados como cobras e filhotes de jacarés. Os indivíduos são facilmente identificados devido à suas manchas brancas na pelagem preta do pescoço.

Em cativeiro, o período de gestação registrado esteve entre 65 a 70 dias. As ariranhas defendem seus filhotes atacando bravamente em grupo.

Por causa de sua pele macia e sedosa, foram intensivamente caçadas em décadas passadas e como resultado desta caça associada à destruição de seu hábitat, a ariranha encontra-se ameaçada de extinção. No Pantanal, ainda há locais onde se pode avistar grupos de ariranhas com relativa facilidade, como na região do Rio Negro, onde foi feita a imagem ao lado. A espécie é citada como vulnerável na Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção do IBAMA, atualizada em 2003.


Fontes:

http://www.cpap.embrapa.br/fauna/ariranha.html
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/793
Acesso em: 01/02/2010

sábado, 7 de novembro de 2009

Ouriço-cacheiro

Fonte da imagem: Wikipédia

Ouriço-cacheiro
Coendou prehensilis

O ouriço-cacheiro é um animal mamífero de hábitos essencialmente noturnos. Tem o dorso do corpo coberto de espinhos aguçados e compridos de cor amarelo-acastanhados, com as extremidades escurecidas, porém o ventre e a cauda apresentam pelos curtos e rígidos. A cauda e as orelhas são pequenas. É um animal pequeno, que chega a pesar no máximo 1 quilo e que pode viver cerca de 7 anos.
Os ouriços alimentam-se basicamente de invertebrados, como minhocas, gafanhotos, caracóis, etc., mas ovos, frutas e pequenos vertebrados, também podem fazer parte da sua dieta. Os seus predadores principais são as corujas e os furões. O ouriço conta com a sua coloração como camuflagem, mas quando ameaçado enrola-se numa bola expondo apenas a face coberta de espinhos. Embora seus espinhos sirvam como defesa contra predadores, o ouriço não consegue lançar espinhos contra os inimigos.
A época do acasalamento ocorre entre os meses de abril e agosto, com ninhadas compostas de 4 a 7 filhotes, que com 3 meses estão prontos para deixarem o ninho, que é construído com folhas secas.
A espécie Coendou prehensilis pode ser encontrada em florestas da Venezuela, Guianas, norte da Argentina, Bolívia , Trinidad e Brasil. O ouriço transita pelas orlas das matas, entrando então, em contato com animais domésticos e com os humanos. E pode ser também encontrado em regiões do Cerrado: cerradão, mata, mata ciliar, veredas e ambientes alagadiços.

A comunidade científica ,geralmente faz diferença clara entre o ouriço e o porco-espinho (Hystrix cristata), que é um roedor. Porém em Portugal e na Galiza, o ouriço-terrestre (Erinaceus europaeus) recebe indistintamente os nomes de porco-espinho, ouriço, ouriço-cacho, ouriço-cacheiro ou rescacheiro, uma vez que o habitat do Hystrix cristata na Europa se limita ao sul da península italiana (Sicília e Nápoles), onde foram introduzidos pelos romanos a partir da África.Uma diferença importante entre estas duas espécies é que os espinhos do ouriço, ao contrário dos do porco-espinho, não se soltam naturalmente, nem são venenosos.

Graças à sua dieta, os ouriços são importantes no controle de pragas, já que são capazes de comer várias vezes o seu próprio peso em insetos e anelídeos.


Fontes:
http://biosonialopes.editorasaraiva.com.br/navitacontent_/userFiles/File/SoniaLopes_Powerpoints/SoniaLopes_Saibamais/ouricocacheiro.pdf

http://pt.wikipedia.org/

http://www.bragancanet.pt/patrimonio/faunaourico.htm
Acesso em: 07/11/09.

Veja um ouriço-cacheiro em um vídeo do You Tube:

domingo, 1 de novembro de 2009

Capivara

Fonte da imagem: Wikipédia

Capivara

Hydrochaeris hydrochaeris

Encontrada em certas áreas das Américas do Sul (inclusive nas regiões do Cerrado) e Central, próximo a rios e lagos, a capivara é o maior roedor vegetariano do mundo. É um animal mamífero. Alimenta-se de capins e ervas, comuns em várzeas e alagados. Tem como característica a cor marrom, pode chegar a pesar até 80 kg, com cerca de 1,20 metros em média de comprimento, podendo viver em torno de 15 a 20 anos.

As capivaras vivem em grupos familiares que podem chegar a 20 indivíduos ou mais. Geralmente, o grupo é composto por um macho dominante, várias fêmeas adultas com filhotes e outros machos subordinados. Os machos têm uma grande glândula sebácea sobre a cabeça, que utilizam para demarcar sua dominância através do cheiro. São encontradas próximo da água, em florestas ao longo de rios e em lagoas. As capivaras alimentam-se de grama e também de vegetação aquática. Quando estão em perigo, as capivaras mergulham dentro d'água e nadam sob a superfície até escapar. São excelentes nadadoras e podem permanecer submergidas por vários minutos.

É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água.

Seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusivamente noturnas. As capivaras são às vezes, caçadas por sua pele e pelo seu óleo, considerado como tendo propriedades medicinais.

A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem.

Uma notícia da Emprapa Cerrados sobre a recuperação de espermatozóides extraídos de bovinos mortos, diz que "O pesquisador Carlos Frederico Martins, da Embrapa Cerrados, planeja utilizar a mesma técnica, testada com sucesso em bovinos, para realizar fecundação in vitro em mamíferos silvestres como o lobo-guará, capivara, jaguatirica, gato-do-mato e outros. “São animais que podem ser encontrados mortos ao longo das rodovias do Bioma Cerrado”, destaca." http://www.cpac.embrapa.br/noticias/noticia_completa/10/(Embrapa Cerrados)


Fontes:
http://www.cpap.embrapa.br/fauna/capivara.html
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/animais/capivara.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capivara
http://www.cpac.embrapa.br/noticias/noticia_completa/10
http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/capivara.htm
Acesso em 01/11/09

Clique no link abaixo e veja um vídeo do R7 que mostra uma capivara em plena cidade de Brasília, que é salva por seguranças, de dois homens que queriam matá-la a pauladas!
http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/capivara-desperta-curiosidade-de-moradores-em-brasilia-20091029.html
Acesso em 01/11/09

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Tigres

Tigres podem ser extintos em duas décadas

O Ecodebate publicou hoje (30/10/09) uma reportagem da Agência Reuters. A notícia é mais uma comprovação do que a ação humana é capaz de fazer para a destruição da natureza.
De acordo com a matéria, os tigres livres de todo o mundo podem desaparecer dentro de até duas décadas, se não forem tomadas medidas urgentes para frear o declínio acelerado da população de tigres que vivem livres na natureza.
Entre os fatores que estão levando a essa diminuição da população de tigres, estão a caça ilegal para a retirada de peles, a destruição de seus habitats e a redução de suas fontes de alimentação.

Veja a matéria na íntegra, clicando no link abaixo:

Fonte:
Ecodebate, cujo endereço é: http://www.ecodebate.com.br/2009/10/30/tigres-correm-risco-de-extincao-nos-proximos-15-a-20-anos/
Acesso em: 30/10/09

domingo, 4 de outubro de 2009

Morceguinho do cerrado

Foto: Daniela Coelho

Morceguinho do cerrado - Lonchophylla dekeyseri

O morceguinho do cerrado é uma espécie endêmica do cerrado que pesa entre 10 e 12 gramas, apresenta pelagem parda amarelada. Seu focinho é alongado, a língua é comprida e a cauda é curta. O animal pode ser encontrado na região do Distrito Federal, Serra do Cipó em Minas Gerais e Sete Cidades no Piauí, e vive tanto em ambientes naturais ou rurais como em ambientes urbanos. Possui modificações para utilizare néctar e pólem das plantas, mas pode também predar insetos. Porém, são espécies frágeis e que tem suscetibilidade para a extinção.
Sua dieta é composta de insetos, recursos florais e frutos. As plantas identificadas como recurso alimentar do morceguinho do cerrado são embiruçu-do-cerrado
( Pseudobombax longiflorum), pata-de-vaca (Bauhinia cf angulicaulis), açoita-cavalo (Luehea grandiflora) e jatobá-da-mata (Hymenaea stilbocarpa), que florescem no período da seca.

Para conhecer mais visite o link: http://cerradobrasil.cpac.embrapa.br/

Fonte:
AGUIAR, L.M.S.; MAURO, R.A.; Morceguinho do cerrado - Lonchophylla dekeyseri. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, Agosto 2004. Disponível em: < http://www.cnpgc.embrapa.br/rodiney/~series/fauna/morceguinho.html >. Acesso em: < 4 , Outubro > 09 .

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