terça-feira, 14 de maio de 2013
Bicho-preguiça
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Girafa
domingo, 12 de maio de 2013
Lhama
sábado, 27 de abril de 2013
Hipopótamo
Tamanho: 4.000 quilos de peso e 1,50 de altura, no caso do macho.
Onde vive: no vale do Rio Nilo, na África.
Tempo de vida: 40 anos.
O que come: plantas rasteiras.
Predadores: jacarés atacam os filhotes.
Reprodução: gestação de 230 dias, com nascimento de um filhote.
Comportamento: vive imerso nos rios, em grandes bandos; dorme durante o dia e pasta à noite na vegetação da margem; é agressivo e não teme o ser humano.
Ameaça: os caçadores.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Peixe-boi
Trichechus manatus manatus
Gorduchos e preguiçosos
Para os índios Tupi-guarani, o peixe-boi é conhecido como Guarabá ou Igarakuê, que significa canoa virada. E ao vê-lo boiando na água é essa a impressão que se tem, porque só avistamos suas costas. Só quando ele sobe para respirar é que aparece o focinho e, quando mergulha fundo, o rabo. Há poucas décadas esse mamífero aquático pertencente à ordem Sirenia poderia ser encontrado desde o litoral do espírito Santo até o extremo norte do Brasil. Mas agora ele só e´visto entre os estados de Alagoas e do Amapá. No Brasil, existem duas espécies de peixe-boi: o marinho (Trichechus manatus manatus) e o amazônico (Trichechus inunguis). Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é o peixe-boi marinho que está mais ameaçado de extinção. Hoje, existem no máximo 400 representantes dessa espécie no litoral brasileiro.
O peixe-boi é peixe porque vive na água e é boi porque só se alimenta de vegetais. Ele não gosta de se mexer muito. E suas atividades favoritas são comer e dormir.
Esse animal chega a pesar cerca de 800 quilos, e quanto ao tamanho alguns chegam a ter até quatro metros de comprimento, pois podem passar até três horas enchendo a barriga com capim-agulha, algas, aguapés ou folhas de mangue.
É um animal dócil e inofensivo. O peixe-boi vive em média 50 anos. A gestação da fêmea dura 13 semanas e o filhote já nasce com um metro e 30 centímetros, aproximadamente. A mãe amamenta e cuida dele por cerca de dois anos.
As duas nadadeiras peitorais do peixe-boi funcionam como leme e servem também para levar o alimento à boca. Debaixo de cada nadadeira, a fêmea tem uma mama. Normalmente, o peixe-boi vive solitário. Só na época de reprodução é que são vistos vários machos em torno de uma fêmea. Eles aproveitam esse período que passam juntos para brincar, por isso é comum vê-los rolando, abraçando-se e beijando-se!
Meigo e nada agressivo, o peixe-boi tornou-se presa fácil dos pescadores. Como é preciso quase dez anos para que esse animal se torne adulto e possa se reproduzir, o número de representantes da espécie reduziu-se drasticamente. Hoje, há leis que proíbem a caça do peixe-boi, mas seu habitat continua sendo destruído e por isso está na lista dos animais ameaçados de extinção.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Jaguatirica
domingo, 30 de setembro de 2012
Macaco-prego
Para saber mais visite:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macaco-prego
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Preguiça
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Bisão americano
domingo, 12 de junho de 2011
Leão-marinho
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Mini Coelho
Para conhecer mais sobre o Mini Coelho, veja os links abaixo:
http://www.minicoelho.com.br/
http://sites.google.com/site/coelhariomatriz/casa/mini-coelhos-3
http://www.granjaparaiso.com.br/index.php?l=Coelhos-Educacao_e_Cuidados&op=Doencas-Cuidados_Sanitarios
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Tamanduaí
A cada gestação, o tamanduaí fêmea gera um único filhote. A cria é deixada em uma árvore à noite, enquanto a mãe se alimenta, e é amamentada por ela até que tenha idade para, sozinha, procurar e comer formigas. As fêmeas adultas de tamanduaí têm territórios grandes e o território de um macho inclui o de várias fêmeas, o que significa que ele tem sempre à sua disposição várias fêmeas.
Para saber mais:
http://tamandua.org/especies/16
terça-feira, 13 de julho de 2010
Macaco em perigo
"Pesquisadores do Centro de Primatas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estão mapeando os refúgios da Amazônia em que um dos macacos mais ameaçados de extinção luta para sobreviver. O caiarara ou macaco-cara-branca foi descrito cientificamente em 1992 e, de imediato classificado como espécie "criticamente em perigo de extinção". O animal habita regiões do Pará e do Maranhão, dentro do chamado Arco do Desmatamento, onde estão as parcelas da Floresta Amazônica mais degradadas, reduzidas a apenas 30% da vegetação original. Os pesquisadores do Projeto Kaapori, do Ibama, realizaram quatro expedições nos últimos dois anos para localizar esses primatas. Entre os locais em situação mais crítica para a conservação do caiarara está a Reserva Biológica Gurupi, no Maranhão, atingida por impactos ambientais e problemas sociais."
Fonte:
Revista Horizonte nº 108, ano 19, pág. 20
domingo, 6 de junho de 2010
Cuxiú-preto
Chiropotes satanas
É um animal veloz e arisco, o que facilita sua fuga de qualquer um que tenta se aproximar. A espécie vive em grandes grupos, com até 40 indivíduos, onde o número de machos e fêmeas é bem equilibrado.
O desmatamento e destruição das matas onde mora o cuxiú-preto são grandes ameaças à espécie. Ele também é caçado por causa de sua carne, que é usada para a alimentação e por causa de seu rabo que é vendido como espanador.
Para saber mais sobre o macaco cuxiú-preto, clique nos links:
http://animais.bicodocorvo.com.br/informacoes/mamiferos/pequenos/cuxiu-preto
http://portalamazonia.globo.com/pscript/amazoniadeaaz/artigoAZ.php?idAz=838
Acesso em 07/06/2010
Fontes:
Os links acima e Revista Ciência Hoje das Crianças
Nº 207, de Novembro de 2009
Página 16
Texto de Liza M. Veiga e Iran Veiga
(adaptado e com cortes)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Peixe-boi marinho
"A confecção de um novo mapa de distribuição do peixe-boi marinho no Nordeste brasileiro pode ser mais um aliado na preservação da espécie, hoje considerada criticamente ameaçada de extinção. A estratégia ousada de três pesquisadores, coordenados pela Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA), foi colocada em prática com o auxílio de um monomotor modelo Cessna 172 A, que sobrevoou a costa litorânea de Pernambuco, de Alagoas e da Paraíba. As informações coletadas ao longo de quatro dias, na semana passada, vão ajudar os cientistas a detectar previamente locais onde não há mais incidência de animais."
Veja a matéria completa, publicada pelo Ecodebate de 04 de fevereiro de 2010.
Fonte:
http://www.ecodebate.com.br/2010/02/04/pesquisadores-sobrevoam-litorais-de-tres-estados-do-ne-para-identificar-areas-habitadas-pelos-peixes-bois-marinhos/
Acesso em 04/02/2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Ariranha
Ariranha
Pteronura brasiliensis
A ariranha é uma espécie de lontra., porém se distingue dela, por causa do grande porte. Sua distribuição original cobre a bacia Amazônica, do São Francisco e a Alta Bacia do Paraguai e do Paraná. Pode ser encontrada em quase todo território brasileiro, com exceção da Caatinga e florestas de baixada.Mas a região amazônica é que concentra o maior número de indivíduos da espécie. No Pantanal, vivem ao longo de rios, corixos e lagoas, preferindo os corpos d'água de margens expostas, onde escavam suas tocas. Vivem em grupos familiares de 5 a 9 indivíduos, são raramente solitárias e são especializadas em pescar e comer peixes grandes, mas provavelmente também podem comer crustáceos, moluscos ou outros vertebrados como cobras e filhotes de jacarés. Os indivíduos são facilmente identificados devido à suas manchas brancas na pelagem preta do pescoço.
Em cativeiro, o período de gestação registrado esteve entre 65 a 70 dias. As ariranhas defendem seus filhotes atacando bravamente em grupo.
Por causa de sua pele macia e sedosa, foram intensivamente caçadas em décadas passadas e como resultado desta caça associada à destruição de seu hábitat, a ariranha encontra-se ameaçada de extinção. No Pantanal, ainda há locais onde se pode avistar grupos de ariranhas com relativa facilidade, como na região do Rio Negro, onde foi feita a imagem ao lado. A espécie é citada como vulnerável na Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção do IBAMA, atualizada em 2003.
Fontes:
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/793
Acesso em: 01/02/2010
sábado, 7 de novembro de 2009
Ouriço-cacheiro
Coendou prehensilis
O ouriço-cacheiro é um animal mamífero de hábitos essencialmente noturnos. Tem o dorso do corpo coberto de espinhos aguçados e compridos de cor amarelo-acastanhados, com as extremidades escurecidas, porém o ventre e a cauda apresentam pelos curtos e rígidos. A cauda e as orelhas são pequenas. É um animal pequeno, que chega a pesar no máximo 1 quilo e que pode viver cerca de 7 anos.
Os ouriços alimentam-se basicamente de invertebrados, como minhocas, gafanhotos, caracóis, etc., mas ovos, frutas e pequenos vertebrados, também podem fazer parte da sua dieta. Os seus predadores principais são as corujas e os furões. O ouriço conta com a sua coloração como camuflagem, mas quando ameaçado enrola-se numa bola expondo apenas a face coberta de espinhos. Embora seus espinhos sirvam como defesa contra predadores, o ouriço não consegue lançar espinhos contra os inimigos.
A época do acasalamento ocorre entre os meses de abril e agosto, com ninhadas compostas de 4 a 7 filhotes, que com 3 meses estão prontos para deixarem o ninho, que é construído com folhas secas.
A espécie Coendou prehensilis pode ser encontrada em florestas da Venezuela, Guianas, norte da Argentina, Bolívia , Trinidad e Brasil. O ouriço transita pelas orlas das matas, entrando então, em contato com animais domésticos e com os humanos. E pode ser também encontrado em regiões do Cerrado: cerradão, mata, mata ciliar, veredas e ambientes alagadiços.
A comunidade científica ,geralmente faz diferença clara entre o ouriço e o porco-espinho (Hystrix cristata), que é um roedor. Porém em Portugal e na Galiza, o ouriço-terrestre (Erinaceus europaeus) recebe indistintamente os nomes de porco-espinho, ouriço, ouriço-cacho, ouriço-cacheiro ou rescacheiro, uma vez que o habitat do Hystrix cristata na Europa se limita ao sul da península italiana (Sicília e Nápoles), onde foram introduzidos pelos romanos a partir da África.Uma diferença importante entre estas duas espécies é que os espinhos do ouriço, ao contrário dos do porco-espinho, não se soltam naturalmente, nem são venenosos.
Graças à sua dieta, os ouriços são importantes no controle de pragas, já que são capazes de comer várias vezes o seu próprio peso em insetos e anelídeos.
Fontes:
http://biosonialopes.editorasaraiva.com.br/navitacontent_/userFiles/File/SoniaLopes_Powerpoints/SoniaLopes_Saibamais/ouricocacheiro.pdf
http://pt.wikipedia.org/
http://www.bragancanet.pt/patrimonio/faunaourico.htm
Acesso em: 07/11/09.
Veja um ouriço-cacheiro em um vídeo do You Tube:
domingo, 1 de novembro de 2009
Capivara
Capivara
Encontrada em certas áreas das Américas do Sul (inclusive nas regiões do Cerrado) e Central, próximo a rios e lagos, a capivara é o maior roedor vegetariano do mundo. É um animal mamífero. Alimenta-se de capins e ervas, comuns em várzeas e alagados. Tem como característica a cor marrom, pode chegar a pesar até 80 kg, com cerca de 1,20 metros em média de comprimento, podendo viver em torno de 15 a 20 anos.
As capivaras vivem em grupos familiares que podem chegar a 20 indivíduos ou mais. Geralmente, o grupo é composto por um macho dominante, várias fêmeas adultas com filhotes e outros machos subordinados. Os machos têm uma grande glândula sebácea sobre a cabeça, que utilizam para demarcar sua dominância através do cheiro. São encontradas próximo da água, em florestas ao longo de rios e em lagoas. As capivaras alimentam-se de grama e também de vegetação aquática. Quando estão em perigo, as capivaras mergulham dentro d'água e nadam sob a superfície até escapar. São excelentes nadadoras e podem permanecer submergidas por vários minutos.
É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água.
Seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusivamente noturnas. As capivaras são às vezes, caçadas por sua pele e pelo seu óleo, considerado como tendo propriedades medicinais.
A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem.
Uma notícia da Emprapa Cerrados sobre a recuperação de espermatozóides extraídos de bovinos mortos, diz que "O pesquisador Carlos Frederico Martins, da Embrapa Cerrados, planeja utilizar a mesma técnica, testada com sucesso em bovinos, para realizar fecundação in vitro em mamíferos silvestres como o lobo-guará, capivara, jaguatirica, gato-do-mato e outros. “São animais que podem ser encontrados mortos ao longo das rodovias do Bioma Cerrado”, destaca." http://www.cpac.embrapa.br/noticias/noticia_completa/10/(Embrapa Cerrados)
Fontes:
http://www.cpap.embrapa.br/fauna/capivara.html
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/animais/capivara.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capivara
http://www.cpac.embrapa.br/noticias/noticia_completa/10
http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/capivara.htm
Acesso em 01/11/09
Clique no link abaixo e veja um vídeo do R7 que mostra uma capivara em plena cidade de Brasília, que é salva por seguranças, de dois homens que queriam matá-la a pauladas!
http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/capivara-desperta-curiosidade-de-moradores-em-brasilia-20091029.html
Acesso em 01/11/09
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Tigres
O Ecodebate publicou hoje (30/10/09) uma reportagem da Agência Reuters. A notícia é mais uma comprovação do que a ação humana é capaz de fazer para a destruição da natureza.
De acordo com a matéria, os tigres livres de todo o mundo podem desaparecer dentro de até duas décadas, se não forem tomadas medidas urgentes para frear o declínio acelerado da população de tigres que vivem livres na natureza.
Entre os fatores que estão levando a essa diminuição da população de tigres, estão a caça ilegal para a retirada de peles, a destruição de seus habitats e a redução de suas fontes de alimentação.
Veja a matéria na íntegra, clicando no link abaixo:
Fonte:
Ecodebate, cujo endereço é: http://www.ecodebate.com.br/2009/10/30/tigres-correm-risco-de-extincao-nos-proximos-15-a-20-anos/
Acesso em: 30/10/09
domingo, 4 de outubro de 2009
Morceguinho do cerrado
Morceguinho do cerrado - Lonchophylla dekeyseri
O morceguinho do cerrado é uma espécie endêmica do cerrado que pesa entre 10 e 12 gramas, apresenta pelagem parda amarelada. Seu focinho é alongado, a língua é comprida e a cauda é curta. O animal pode ser encontrado na região do Distrito Federal, Serra do Cipó em Minas Gerais e Sete Cidades no Piauí, e vive tanto em ambientes naturais ou rurais como em ambientes urbanos. Possui modificações para utilizare néctar e pólem das plantas, mas pode também predar insetos. Porém, são espécies frágeis e que tem suscetibilidade para a extinção.Sua dieta é composta de insetos, recursos florais e frutos. As plantas identificadas como recurso alimentar do morceguinho do cerrado são embiruçu-do-cerrado ( Pseudobombax longiflorum), pata-de-vaca (Bauhinia cf angulicaulis), açoita-cavalo (Luehea grandiflora) e jatobá-da-mata (Hymenaea stilbocarpa), que florescem no período da seca.
Para conhecer mais visite o link: http://cerradobrasil.cpac.embrapa.br/
Fonte: AGUIAR, L.M.S.; MAURO, R.A.; Morceguinho do cerrado - Lonchophylla dekeyseri. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, Agosto 2004. Disponível em: < http://www.cnpgc.embrapa.br/rodiney/~series/fauna/morceguinho.html >. Acesso em: < 4 , Outubro > 09 .
Pesquisa no Google


