Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Inventário de aranhas

Inventário de aranhas


"O Museu de História Natural de Nova York está fazendo um inventário mundial de aranhas com a participação de 16 centros de pesquisa de 9 países, inclusive duas do Brasil - o Instituto Butantan e o Museu Paraense Emílio Goeldi. A iniciativa, que pode parecer estranha a princípio, tem grande importância. Uma vez que muitos grupos desses animais têm uma distribuição geográfica restrita, as espécies são consideradas excelentes indicadores de biodiversidade. Isso significa que elas poderão ser usadas, no futuro, para a delimitação das áreas importantes para a conservação. A América do Sul é a região mais rica em variedades de aranhas. Das mais de 5 mil mil espécies existentes no mundo, apenas 200 já foram devidamente estudadas."

Fonte:
Revista Horizonte nº 108, ano 19, pág. 17

terça-feira, 13 de julho de 2010

Macaco em perigo

Macaco em perigo

"Pesquisadores do Centro de Primatas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estão mapeando os refúgios da Amazônia em que um dos macacos mais ameaçados de extinção luta para sobreviver. O caiarara ou macaco-cara-branca foi descrito cientificamente em 1992 e, de imediato classificado como espécie "criticamente em perigo de extinção". O animal habita regiões do Pará e do Maranhão, dentro do chamado Arco do Desmatamento, onde estão as parcelas da Floresta Amazônica mais degradadas, reduzidas a apenas 30% da vegetação original. Os pesquisadores do Projeto Kaapori, do Ibama, realizaram quatro expedições nos últimos dois anos para localizar esses primatas. Entre os locais em situação mais crítica para a conservação do caiarara está a Reserva Biológica Gurupi, no Maranhão, atingida por impactos ambientais e problemas sociais."

Fonte:
Revista Horizonte nº 108, ano 19, pág. 20

quarta-feira, 31 de março de 2010

Copaíba do Cerrado: risco de extinção

Genética ajuda a preservar a Copaíba do Cerrado paulista
Genética ajuda a preservar a Copaíba do Cerrado paulista

"Estudos realizados na Estação Ecológica de Assis (EEA) em São Paulo, cuja área é de 1.760 hectares (17,6 milhões de metros quadrados), avaliaram a diversidade genética e o sistema reprodutivo de uma espécie de copaíba (Copaifera langsdorffii). O trabalho realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, traz subsídios para ações eficientes em relação à conservação e manejo da planta.

A copaíba tem propriedades medicinais e é utilizada na indústria de cosméticos. “Desde o século 17, o bálsamo extraído do tronco da planta é utilizado no tratamento de problemas respiratórios, e também como antiinflamatório e cicatrizante. Em cidades do sudeste do País, 100 mililitros (ml) do bálsamo envasado chegam a custar R$20,00. Mas devido à devastação que ocorre no Cerrado, a copaíba está em risco de extinção em diversos estados”, conta o biólogo Roberto Tarazi." Para ver o texto completo clique aqui.

Esta é mais uma matéria publicada pelo
Ecodebate
Data: 30/03/2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Biologia Sintética

Publicada no Ecodebate, uma matéria interessante. O artigo fala sobre biologia sintética e uma cartilha que é disponibilizada para donwload . Veja uma parte do mesmo, logo abaixo.

"A biologia sintética é uma tecnologia que permite obter um novo código genético usando DNA fabricado, a partir do qual é possível projetar e construir, ou reprogramar, organismos vivos para que executem tarefas diferentes das que seriam naturais.

As grandes empresas transnacionais que controlam agrocombustíveis, sementes (inclusive transgênicas), comercialização de grãos, petróleo, fabricação de automóveis, monocultivos florestais, fabricação de celulose e de produtos farmacêuticos apostam nessa tecnologia.

A biologia sintética oferece uma nova plataforma tecnológica capaz de transformar os setores de alimentação, agricultura, saúde, indústria manufatureira, e toda a natureza. Ela também significa um instrumental mais barato e acessível para construir armas biológicas, patógenos virulentos e organismos artificiais que podem representar graves ameaças para os seres humanos e para o Planeta.

Essa tecnologia permite amplas alianças entre corporações de setores distintos, por exemplo, entre companhias petroleiras, de reflorestamento e do agronegócio, associadas a empresas recentes de biologia sintética.

Já está ocorrendo um massivo e deliberado redirecionamento na economia do planeta, buscando aproveitar ao máximo a produção de biomassa para transformá-la em químicos, combustíveis e novos materiais ‘verdes’ de alto valor. É a chamada ‘economia de carboidratos’ ou ‘economia do açúcar’. O objetivo é substituir recursos fósseis (carvão, petróleo e gás) por carboidratos vivos (plantas) e monetarizar o valor ecológico da flora, fauna e dos chamados ‘serviços ambientais’."

Para baixar diretamente a cartilha, clique aqui.

E para ver a matéria completa visite o site do Ecodebate.

Fonte:
Ecodebate, de 15/03/2010
Acesso em 16/03/2010

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cientistas criam mosquito antidengue

Cientistas criam mosquito antidengue

"A engenharia genética produziu mosquitos Aedes aegypti capazes de suprimir populações naturais do transmissor da dengue. A invenção mereceu um artigo na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) e é considerada arma promissora contra uma doença que atinge, ao menos, 50 milhões de pessoas por ano. Os insetos transgênicos carregam um gene que impede as fêmeas de voar quando atingem a idade adulta. Elas têm dificuldade para sair da água, não conseguem se reproduzir e se alimentar de sangue. Assim, morrem sem deixar descendentes ou transmitir a doença.
Os machos podem voar normalmente. O que não acarreta problema, pois eles se alimentam apenas de néctar e sucos vegetais. São incapazes de transmitir o vírus. Além disso, ao chegar à fase adulta, os machos transgênicos cruzam com as fêmas presentes no ambiente e conferem à sua descendência o gene que impede as fêmeas de voar, diminuindo a população dos mosquitos.
"A ideia não é nova", explica Osvaldo Marinotti, cientista brasileiro da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI) que assina o artigo. "Algo semelhante já é usado contra insetos na agricultura há muito tempo". Normalmente, as pragas são esterilizadas com o uso de radioatividade e, depois, liberadas na plantação. No artigo da PNAS, os pesquisadores substituíram a irradiação por engenharia genética, técnica mais barata e que não diminui o desempenho reprodutivo dos mosquitos."

Fonte:
Jornal O Popular, pág. 08
Ano 71 nº 20.506
De 23 de fevereiro de 2010

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Comércio de peles: crueldade nas fazendas chinesas

Denúncia: comércio de peles é sinônimo de crueldade com animais na China
Recebi por e-mail uma gravíssima denúncia: a crueldade que acontece com animais em fazendas chinesas que comercializam pele de animais. Investigadores disfarçados, fizeram filmagens que mostram como é feita a retirada de peles nessas fazendas: uma verdadeira crueldade! A pele é retirada de forma brutal, quando muitos animais ainda estão vivos e lutando desesperadamente pela vida! Depois que a pele é arrancada, os corpos ensanguentados e em carne viva, são jogados uns em cima dos outros, onde muitos permanecem respirando por cerca de 5 a 10 minutos! É simplesmente horrível de se ver! São imagens chocantes!
Segundo o site do Peta "A globalização do comércio de peles tornou impossível de saber de onde vem a pele comercializada. A China fornece mais de metade das peças de vestuário de peles... "E completa: "A única maneira de evitar a crueldade inimaginável é nunca usar peles."

É preciso denunciar barbaridades como essa. E para isso, o site fornece um link do lado esquerdo onde é possível participar de um abaixo-assinado contra o abate cruel de animais para a retirada de peles. O link direto para participar é: http://www.furisdead.com/pledge-furfree.asp?c=chfrplg

E para ver o vídeo, o link é: http://www.peta.org/feat/ChineseFurFarms/index.asp

Assine, participe e principalmente, não use roupas de pele! Somos seres humanos e não podemos permitir e muito menos colaborar para que algo tão terrível continue a acontecer! Protegendo os animais nos tornamos maiores!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Cativeiro ilegal de animais silvestres

Operação do Ibama no MT flagra cativeiro ilegal de animais silvestres


O Ibama de Barra do Garças (MT), através de sua Gerência Executiva e em parceria com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, apreendeu um arsenal de armamentos na fazenda Pequi - município de Cocalinho.
Na fazenda foi encontrado um criadouro irregular de animais silvestres, sendo apreendidos 38 animais, inclusive uma jaguatirica, que estava debilitada e com a mandíbula fraturada.
Foram encontrados também partes de animais silvestres que ficavam expostas na fazenda, além de armadilhas e viveiros.

Fatos como o relatado acima ( o criadouro ilegal) só ocorrem porque existem pessoas que compram animais silvestres mesmo sabendo que isso é ilegal e que os animais são perseguidos, capturados, ficam em cativeiros em condições precárias, o que provoca a morte de muitos e é uma das causas do risco de extinção de espécies importantes para o meio ambiente.
É preciso conscientizar as pessoas para que não contribuam com esse tipo de ação, não comprando animais silvestres ilegalmente.

O Ibama tem realizado um importante trabalho, mas é preciso que a população também faça a sua parte!

Fontes:
Ibama
Disponível em: http://www.ibama.gov.br/2009/11/operacao-diamantino-ii-flagra-cativeiro-ilegal-e-apreende-arsenal-no-mt/

Ecodebate
Disponível em: http://www.ecodebate.com.br/2009/12/02/ibama-flagra-cativeiro-ilegal-de-animais-silvestres-e-apreende-arsenal-no-mt/
Acessos em: 04/12/09.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Zoo de Goiânia: MP recomenda retirada de animais que não pertencem ao plantel.

MP recomenda a retirada de animais que não pertencem ao plantel do Zoológico

O procurador da República, Adrian Ziemba, recomendou a transferência de quatro onças suçuaranas e 8 cachorros-do-mato do Zoológico de Goiânia para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas). De acordo com o procurador, esses animais, que não pertencem ao plantel do zoológico, estão em condições inadequadas. Por exemplo, com relação às onças do plantel, cada recinto de suçuarana do zoo tem área de cerca de 60 m². Já na área extra, onde se encontram as que não pertencem ao plantel, cada recinto só possui 16m².
Mesmo no Cetas, será necessário a construção de novos recintos para receber animais, sendo necessário o investimento de recursos de cerca de 800 mil reais para a adequação.
O zoo, porém, já está sendo adaptado. Algumas adequações que não precisam de licitação e que são de custo reduzido, já estão sendo implementadas. É o caso da substituição de ninhos das aves, que estão sendo feitas pelos funcionários da casa e já ocorrem em 12 recintos. Ao invés de ficar totalmente dentro dos recintos, os novos ninhos tem os fundos voltados para o corredor de segurança, o que facilita a higienização e o manejo dos filhotes, sem estressar a mãe.
A direção do zoo fará também, além de uma cerca viva, um recuo das grades que separam o público visitante, dos animais, principalmente dos grandes mamíferos.
O zoológico continuará fechado ainda nas próximas férias, e a população, principalmente as crianças terão um lazer a menos.


Fonte:
Jornal O Popular, de 20 de novembro de 2009
Cidades, página 3
Ano 71, nº 20.411

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Mostra de Cinema Ambiental no Ibama

Mostra Nacional Ambiental – Caminhos da Sustentabilidade

Na sede do Ibama, em Brasília , acontecerá a Mostra de Cinema Ambiental, de 3 a 7 de novembro, durante a Mostra Nacional Ambiental - Caminhos da Sustentabilidade. É o que diz a notícia no site do Ibama.
"É a Mostra de Cinema Ambiental, que traz a discussão do meio ambiente através da linguagem do cinema, com mais de 80 filmes, nacionais e internacionais. A Mostra de Cinema Ambiental, que terá lugar no Auditório do Ibama, com capacidade para 150 espectadores, acontece de 3 a 7 de novembro, com uma programação variada que vai do início do dia ao final da noite. São 86 títulos em cartaz, que somam cerca de 32 horas de exibição, durante os seis dias do evento. A programação é composta por 9 filmes de longa-metragem, 8 de média-metragem e 69 de curta-metragem, com espaço para documentários, animações, ficções e mesmo experimentais. As produções estão divididas em sessões temáticas que têm como intuito aglutinar temas semelhantes, e mostrar diferentes pontos de vista sobre os mesmos problemas, e como eles acontecem nas diferentes regiões do Brasil. Todos os filmes serão exibidos no formato DVD, com sessões gratuitas. A mostra tem caráter não-competitivo e não possui fins lucrativos."

Veja a notícia na íntegra no site do Ibama, cujo endereço é:

http://www.ibama.gov.br/2009/10/mais-de-80-filmes-sobre-o-meio-ambiente-serao-exibidos-na-mostra-nacional-ambiental/
Acesso em: 02/11/09.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Tigres

Tigres podem ser extintos em duas décadas

O Ecodebate publicou hoje (30/10/09) uma reportagem da Agência Reuters. A notícia é mais uma comprovação do que a ação humana é capaz de fazer para a destruição da natureza.
De acordo com a matéria, os tigres livres de todo o mundo podem desaparecer dentro de até duas décadas, se não forem tomadas medidas urgentes para frear o declínio acelerado da população de tigres que vivem livres na natureza.
Entre os fatores que estão levando a essa diminuição da população de tigres, estão a caça ilegal para a retirada de peles, a destruição de seus habitats e a redução de suas fontes de alimentação.

Veja a matéria na íntegra, clicando no link abaixo:

Fonte:
Ecodebate, cujo endereço é: http://www.ecodebate.com.br/2009/10/30/tigres-correm-risco-de-extincao-nos-proximos-15-a-20-anos/
Acesso em: 30/10/09

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Em favor dos animais

Pele artificial é desenvolvida pela USP
Uma pele artificial desenvolvida por professores da Universidade de São Paulo (USP) pode ser uma saída para reduzir a utilização de animais como cobaias em testes de cosméticos e farmacológicos. O uso de peles artificiais vem sendo uma tendência mundial, agora o Brasil, que antes tinha que importar a tecnologia ou mandar as fórmulas para serem testadas no exterior, desenvolveu tecnologia própria.
A pele artificial criada pela USP apresenta uma estrutura completa com três elementos: o melanócito, responsável pela pigmentação; o queratinócito, que cuida da proteção; e o fibroblasto, que são células presentes na segunda camada da pele, a derme.
Com esta tecnologia, testes de cosméticos, como protetores solares e cremes para tratar rugas, não precisarão mais ser feitos em animais, minimizando o sofrimento dos bichos.
Além de poupar as cobaias, o que é tido como imoral e antiético pelos defensores dos animais, outro fator que motivou os cientistas da USP pelo invento é o de que os resultados obtidos com a pele artificial são mais seguros. E assim, não corre-se o risco de, após ser lançado no mercado, o produto causar danos às pessoas.
A pele criada pela USP é concebida a partir de tecidos humanos oriundos de cirurgias plásticas no próprio hospital da universidade. A partir daí, esses materiais são cultivados em laboratório onde os tecidos são preparados para os testes farmacológicos.

Fonte:
Jornal Tribuna do Planalto
Edição nº 1194, de 25 a 31 de outubro de 2009
Suplemento: Escola nº 441 página 3

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Zoológico de Goiânia: TAC é assinado em 28/09/09

Zoológico de Goiânia
O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que vai determinar a reabertura do Zoológico de Goiânia, fechado desde o final de julho devido a várias mortes de animais, foi assinado no dia 28/09/09, tendo como signatários a Prefeitura de Goiânia, a Amma, o Zoológico, o Centro de Controle de Zoonoses, o Ibama e os Ministério Publicos Federal e Estadual. O prazo para o cumprimento do acordo varia conforme cada item proposto e vai de 45 dias a 1 ano. O documento estabelece uma série de ações e medidas a serem implantadas pela direção do parque para garantir o bem-estar dos animais e da população, antes que o local seja reaberto à visitação.
Entre as principais medidas propostas para a reabertura estão:
  • Plantel - O zoo deverá encaminhar ao Ibama, anualmente, o relatório de evolução do plantel e apresentar, em até 90 dias, programa de controle de vermifugação, alimentação balanceada e de vistorias diárias aos recintos.
  • Instalações - O zoológico deve ter setor separado para a realização de quarentena e creche efetiva, onde animais excedentes não devem ser mantidos. O setor extra deverá ser reformado, os recintos enriquecidos e, aqueles que mantém carnívoros deverão ganhar corredores de segurança, sendo que o zoológico deverá elaborar os projetos para adequar esses ambientes em até 60 dias, submetendo-os à análise do Ibama, e, quando aprovados, implementá-los em até 180 dias.
  • Recintos - As recomendações são várias, desde o encaminhamento ao Ibama de plantas baixas, até adequações na parte de iluminação, para conter o excesso de umidade e reforma estrutural nos abrigos, além de diminuição da densidade ocupacional em recintos específicos. Os projetos de adequação dos recintos devem ser apresentados pelo zoo ao Ibama em até 60 dias. O prazo para a execução das obras é de até um ano, a contar de sua aprovação.
  • O Parque deverá apresentar, em até 60 dias, plano de controle de animais sinantrópicos (como pombos e urubus), que será submetido à discussão, com a participação do Centro de Controle de Zoonoses.

Fonte:
Jornal O Popular, de 29 de setembro de 2009
Ano 71, nº 20.359

Prefeitura estuda áreas para mudança do zoológico

A Prefeitura de Goiânia estuda algumas áreas para a transferência do zoológico da cidade, que funciona há mais de 50 anos, em condições inadequadas aos animais, devido ao espaço e a convivência com fatores extressantes, como poluição ambiental e sonora. As mortes de animais de grande porte ocorridas este ano, chamaram a atenção da população e autoridades e mostrou a urgência de transferência do parque, que funciona atualmente na região central da cidade, ocupando uma área de cerca de 5 alqueires e em condições inadequadas e insalubres. O espaço foi planejado há mais de 50 anos, quando a ideia de zoológico era bem diferente. Ao projetar a transferência, a ideia é que o novo zoológico se localize em local de fácil acesso, porém mais afastado da área urbana e com um espaço que tenha pelo menos o dobro do atual.

Segundo Clarismindo Jr. - Presidente da Amma (Agência Municipal de Meio ambiente) com a mudança do zoo para outra área, a ideia é transformar o lugar onde o mesmo funciona hoje, em uma espécie de Central ParK (Parque de Nova York), com a permanência de animais de pequeno porte e um centro de educação ambiental.

A mudança do zoológico deverá ocorrer em torno de dois anos, mas enquanto isso, o atual parque zoológico passará pelas adequações citadas no Termo de Ajustamento de Conduta.

Fonte:
Jornal O Popular, dos dias 18 e 29 de setembro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Aquecimento da Terra coloca espécies em perigo

Terra fica mais quente e coloca espécies em perigo
No dia 28/09/09, o R7 publicou uma matéria com o título acima na seção "bichos".

De acordo com o artigo, várias ações humanas estão causando o aquecimento da superfície do planeta Terra.
São vários os efeitos que poderão ocorrer com esse aumento de temperatura como a elevação do nível do mar, com inundação de parte do litoral de todo o planeta. A saúde da população também poderá ser diretamente afetada pelo aquecimento global, com a ocorrência de doenças respiratórias e aquelas transmitidas por pragas como os mosquitos e outros insetos, que ocorrem com mais frequência em regiões mais quentes.
Como a temperatura é um aspecto importante para os processos biológicos das espécies, plantas e animais também serão afetados.

Fonte: R7
Acesso em 28/09/09

Para ler a notícia na íntegra, clique na imagem ou no link abaixo:
http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/terra-fica-mais-quente-e-coloca-especies-em-perigo-20090928.html


domingo, 13 de setembro de 2009

Sobre as mortes no Zoológico de Goiânia

Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente concluiu inquérito sobre as mortes no Zoológico de Goiânia

Após 50 dias, o inquérito sobre o Zoológico de Goiânia foi concluído e apontou nexo entre as causas de 6 das 23 mortes investigadas no processo, que inclui 9 tracajás e 1 tartaruga da Amazônia, vítimas de ataque noturno durante manejo no recinto onde viviam. De acordo com o documento, procedimentos anestésicos foram responsáveis por 5 das 70 mortes de animais no parque: o hipopótamo Fofão, 1 queixada fêmea, 1 leão, 1 onça pintada e 1 tamanduá-bandeira. Ainda há o caso da bisão fêmea, cuja morte supõe-se também ter sido causada por anestesia, que a Dema ainda aguarda a conclusão do laudo para definir a causa. Os demais casos foram considerados inconclusivos ou atribuídos a morte natural. Foi descartado o envenenamento de animais. Sobre a morte das duas girafas (que vieram de um circo) foi apontada a impossibilidade de atribuir responsabilidade, já que a causa da morte de uma delas ( a girafa Tico) foi anemia crônica, possivelmente causada por desnutrição. O laudo da morte da girafa Kim ainda não está pronto. O inquérito apontou negligência e responsabilizou o diretor do zoológico, funcionários do parque e mais um professor de um curso de pós-graduação que participou de procedimentos veterinários em animais do parque. Segundo o delegado Luziano de Carvalho, ninguém foi indiciado porque a lei de crime ambiental não prevê situações culposas, quando não há a intenção de matar. O que significa que as pessoas que foram responsabilizadas devem responder apenas civilmente pelas mortes. O documento será encaminhado ao Ministério Público (MP) que poderá concordar ( ou não) com o parecer da delegacia.
O diretor do parque, em entrevista coletiva, disse que não houve negligência em nenhum dos casos em que foi responsabilizado - ao lado de outros profissionais - pela morte dos animais. Segundo ele "todos esses animais foram anestesiados em função de problemas de saúde que apresentavam e, na nossa avaliação seria negligência se não realizássemos os procedimentos necessários."
Para que o Zoológico possa ser reaberto à visitação do público, o inquérito fez as seguintes recomendações:
  • Apresentação de laudo atestando que a visitação não apresenta risco à saúde do plantel e da coletividade.
  • Aquisição de aparelho de raio X portátil para exames nos animais.
  • Proibição de animais em circos em Goiás.
  • Revitalização do Parque Zoológico até que sua transferência definitiva seja realizada.

Fontes:
Jornal O Popular, de 11 de setembro de 2009
Ano 71, nº 20.341, página 02.
e
Jornal Diário da Manhã, de 11 de setembro de 2009
Edição nº 7978, página 02.

Veja notícia detalhada no DM Digital (edição 7978, Cidades, página 02) cujo endereço é:

http://www.dmdigital.com.br/index.php?edicao=7978

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os problemas no Zoológico de Goiânia

Descontrole sobre plantel e irregularidades são alvo de investigação no Zoológico de Goiânia

O Jornal O Popular noticiou hoje mais informações sobre os acontecimentos que tem intrigado e deixado perplexa a população: as mortes em série de animais no Zoo de Goiânia.
Na semana passada foi formada uma equipe composta por membros de várias instituições, entre elas, o próprio Zoológico, O Ibama de Goiás e do Distrito Federal, o Conselho de Veterinária e a Universidade Federal de Goiás, para levantar os problemas existentes no zoo e fazer um diagnóstico emergencial único, indicando caminhos.
Conforme noticiado em O Popular: "Em meio à série de mortes de animais, investigações da Polícia Federal e do Ibama apontam problemas e irregularidades no Zoológico de Goiânia. Entre 2003 e 2004, 311 bichos sumiram sem comprovação de mortes ou retirada. O fluxo de espécies é discrepante em relação ao plantel de hoje de 540 animais. De 2001 a 2005, 2.239 bichos chegaram ao Zoo, que recebia só R$1.000, 00 reais por ano para comprar remédios veterinários. Apesar da lotação, eram feitas permutas irregulares, principalmente com criadores particulares e troca de espécies por material de construção, insumos para laboratório e remédios."
As investigações da Polícia Federal e Ibama apontam que são inúmeros os problemas e irregularidades no Parque Zoológico, onde desde Janeiro de 2009 até o dia 28/08/09, já morreram 69 animais. Em cinco anos ( de 2001 a 2005) 2.239 bichos de diferentes espécies chegaram ao parque. Embora o zoológico só dispusesse de hum mil reais por ano para comprar remédios veterinários, os animais não paravam de entrar. Com superlotação, permutas irregulares eram realizadas, principalmente com criadores particulares. O zoo recebia animais com estado de saúde e procedência praticamente desconhecidos; trocava espécies por material de construção, insumos para laboratório e medicamentos; mesmo com superlotação, a estrutura do local era utilizada por criadores particulares para manter seus animais por determinado período.
O fluxo intenso de animais, sem as mínimas condições de atendimento médico-veterinário, fez explodir a quantidade de mortes a partir de 2005. Conforme o levantamento fornecido para as investigações da PF, foram 47 mortes em 2001, 26 em 2002, 15 em 2003 e 9 em 2004. Em 2005, o número subiu para 165 animais mortos.
O Ibama até chegou a mudar a direção do Parque pelo desaparecimento de 125 animais em 2005. E um inquérito policial foi aberto em 2005 para investigar um suposto tráfico e encerrado em Julho deste ano, onde ninguém foi indiciado por duas razões: falta de provas do tráfico de animais, já que não houve individualização das responsabilidades pelo sumiço de dezenas de espécies; e a prescrição dos outros crimes cometidos como a permuta ilegal de bichos do Zoológico. O processo está na Justiça Federal, à espera de uma decisão sobre a continuidade das apurações. No último dia 10, o procurador da República Divino Donizete da Silva encaminhou os autos para o Ministério Público estadual, para que sejam apurados indícios de improbidade administrativa e de crimes contra a administração pública estadual e municipal.
Com as investigações, a PF conseguiu identificar onde estão os criadouros que mais recebiam animais silvestres do Zoológico. Eles estão em cidades goianas como: Hidrolândia, Nazário, Jaraguá, Corumbaíba, Crixás e Aparecida de Goiânia. A essas empresas eram feitas doações, empréstimos, transferências e permutas de bichos, prática recorrente também com os zoológicos de Brasília e São Paulo, com parques em Goiás e em Pernambuco e com universidades.

Fonte:
Jornal O Popular, de 31 de agosto de 2009
Ano 71, nº 20.330
Páginas 4 e 5

Esperamos que as investigações sejam concluídas e que sejam apuradas as devidas responsabilidades, pois o Zoológico de Goiânia é um lugar de referência para a visitação da população, principalmente nos finais de semana, que pode assim conhecer uma diversidade de animais, inclusive muitos animais da fauna do Cerrado.
A população está consternada com tantas mortes de animais e espera ver o caso solucionado.

Veja um vídeo no G1 e também mais informações. É só clicar no link:
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1283839-5598,00.html

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Zoológico de Goiânia

Mistério no Zoo
Sabotagem ou surto de doença?

O Parque Zoológico de Goiânia, que está fechado à visitação, já contabilizou várias mortes de animais só em 2009. Foram 9 carnívoros de grande porte, 16 répteis, 11 mamíferos (incluindo um filhote de anta que nasceu no último domingo, dia 23), 16 aves, 9 tracajás e 1 tartaruga da Amazônia.
Suspeitas de sabotagem ou surto de doenças no Zoológico estão sendo investigadas.
Há relação entre as mortes, ou é apenas uma triste coincidência?
A morte da girafa Kim, o 62º óbito no Parque Zoológico de Goiânia somente neste ano, levantou a suspeita de ações criminosas dentro do parque. O Ministério Público Federal em Goiás (MPF), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e a Delegacia Estadual do Meio Ambiente (DEMA) passaram a concentrar as investigações na hipótese de mortes provocadas dos bichos. Também são investigados surtos de doenças e as condições físicas do parque.
Por causa das sucessivas mortes, o zoo está interditado desde o dia o último dia 20 de julho. Diferentes investigações estão sendo conduzidas sobre as mortes.
Essa é uma triste história que está tomando ares de filme de terror. O público não se conforma e nem entende a infeliz coincidência de tantas mortes de animais em tão pouco tempo. Casos pontuais (ou não), morte por idade, por ataque de outro animal carnívoro e, a morte ainda sem explicação da girafa Kim, estão deixando a população triste e ao mesmo tempo perplexa diante dos fatos. A situação do zoo é urgente e dá margens às mais diversas interpretações.
É preciso apuração urgente e rigorosa dos fatos, porque não dá mais para ficar assistindo a toda essa história de mortes sucessivas. Esperamos que as autoridades competentes não poupem esforços no sentido de elucidar o caso. Mas enquanto isso, o termo de ajustamento de conduta (TAC) que tentará frear as mortes no Zoológico de Goiânia continua no papel, sem um texto definido.

Fonte:
Jornal O Popular
Cidades - páginas 3 e 4, de 26 de agosto de 2009.

Sobre o assunto, veja também:
Zoológico de Goiânia registra mais 10 mortes;total vai a 60
Diário da Manhã - versão digital(veja a edição 7962 do dia 26/08/09)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O Cerrado é um Hotspot

O Cerrado é um Hotspot: boa ou má notícia?

Este é o título de um texto pequeno, mas muito interessante, que transcrevo abaixo, para que mais pessoas tomem conhecimento, porque nos dá uma ideia da importância do Cerrado.
Pois o Cerrado, apesar do seu tamanho e importância, é um dos ambientes mais ameaçados do mundo. Dos mais de 2 milhões de km² de vegetação nativa restam apenas cerca de  20% e a expansão da atividade agropecuária pressiona cada vez mais as áreas remanescentes. Sem falar na quantidade e diversidade de espécies animais, que por conta do desmatamento acelerado, a cada dia encontra-se mais e mais ameaçada.
E é por conta dessa destruição descontrolada que ele é considerado um hotspot.

"Hotspot é um termo em inglês usado para indicar locais prioritários para a conservação da natureza no mundo. O critério que os cientistas adotaram para a escolha desses locais é baseado na diversidade de espécies, número de espécies endêmicas (que ocorrem apenas no local) e grau de ameaça e destruição. São vinte e cinco hotspots do mundo, podendo ser citados o Caribe, na América Central, as florestas da Tanzânia e de Madagascar, na África, a região do sul da China, as ilhas da Polinésia e Nova Zelândia, na Oceania, e muitos outros. No Brasil, a Mata Atlântica e o Cerrado são os biomas listados. Se, por um lado, o Cerrado passa a ter projeção internacional como fonte de preocupação de ambientalistas em todo o mundo, por outro, a sua inclusão na lista deve-se à destruição descontrolada que vem sofrendo por nossas ações. Portanto, quanto mais rápido trabalharmos para que o Cerrado não precise estar nesta lista, melhor."

Fonte:
Vivendo no Cerrado e Aprendendo com ele
Marcelo Bizerril
Editora Saraiva. São Paulo, 2004


Saiba mais em:  http://www.conservacao.org/publicacoes/files/20_Klink_Machado.pdf
E aqui responda um QUIZ sobre o Cerrado:  http://educacao.uol.com.br/quiz/2012/06/08/por-que-o-cerrado-e-um-hotspot.htm

terça-feira, 23 de junho de 2009

Piracema

Fiscalização antes da piracema

"A polícia ambiental aumentou a fiscalização nos rios de Mato Grosso do Sul. Nesta época, que antecede a piracema, a pesca costuma ser maior.

A tão esperada chuva chegou ao Pantanal. O nível dos rios começou a subir e os cardumes apareceram mais cedo. Os pescadores forma trás. Com a água turva não dá para ver os cardumes, mas os pescadores sabem exatamente onde lançar o anzol. E até quem fica dentro d'água consegue pescar muitos peixes. Dai a preocupação com a reprodução das espécies.

A piracema, oficialmente, não começou, mas os policiais já intensificaram a fiscalização nos rios pantaneiros.

No Pantanal, uma lei limita o tamanho mínimo das espécies que podem ser pescadas. Peixe pequeno tem de voltar para a água. "Tem de ser consciente , senão daqui a alguns dias nossos recursos pesqueiros vão acabar", comenta o motorista Joel Ferreira. Mas nem todos pensam assim. Para retirar um dourado do rio só se ele tiver mais de 65 centímetros. A preocupação é com a pesca predatória. No último mês de temporada de pesca, em alguns rios do Pantanal o número de pescadores dobra, e é quando se retira a maior quantidade de pescado.

A piracema na bacia do rio Paraguai começa dia 5 de novembro e vai até fevereiro."

Vocabulário:
Piracema: migração que algumas espécies de peixes fazem, subindo o rio até a nascente para a desova.
Dourado: peixe de água doce que apresenta uma coloração dourada com reflexos avermelhados. O tamanho mínimo para a pesca é de 65 cm.
Pesca predatória: pesca em excesso, que não dá chance de as espécies se reproduzirem nas quantidades necessárias para a sua preservação.

Fonte:
Globo Rural/G1
Disponível em: http://www.noticiasagricolas.com.br.
IN: Ciências - 5º ano ( Coleção Brasiliana ) p. 233
Sonia Bonduki e Carolina Reuter Camargo
Companhia Editora Nacional. São Paulo, 2008

terça-feira, 16 de junho de 2009

Urutau

Urutau
Nyctibius griseus
Pássaro emblemático e misterioso, aparece em lendas, contos, poesias e até nas grandes cidades, onde às vezes sua presença inusitada aparece divulgada pela imprensa. É o que aconteceu em Goiânia, no último dia 05 de junho. Veja uma parte da matéria, abaixo:

"No dia reservado em todo o mundo à defesa do meio ambiente, moradores do Setor Bueno tiveram a oportunidade de apreciar uma cena bela e rara. Sobre a grade de um prédio [...], um urutau permaneceu estático durante todo o dia, alheio ao movimento de carros e de pessoas. Crianças, adultos e idosos, encantados com a ave, fizeram questão de parar por alguns minutos para observá - la detalhadamente.
Pássaro de hábitos noturnos, o urutau tem como habitat a região das matas. Na maioria das vezes, ele pousa sobre galhos e, pelas características físicas, chega a ser confundido com árvore. A ornitóloga Anamaria Achtshim assinala que na Grande Goiânia esse pássaro é encontrado em áreas como o Parque Ecológico, Bosque dos Ipês, a mata perto do campus da Universidade Federal de Goiás e a Ecovila, entre outras localidades.
A fuga da ave para a cidade, conforme a ornitóloga, ocorre em função de queimadas e do desmatamento." A ave foi retirada do local por uma equipe do Corpo de Bombeiros.

Fonte: Jornal O Popular (Cidades) nº 20.244, ano 71, de 06 de junho de 2009.

O urutau também pertence à fauna do cerrado.

Pesquisa no Google

Pesquisa personalizada