terça-feira, 20 de setembro de 2011
Bisão americano
domingo, 12 de junho de 2011
Leão-marinho
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Aranhas cospem veneno. Você sabia?
Algumas espécies de aranhas que vivem em florestas brasileiras usam a seguinte estratégia: chegam devagarinho com suas oito pernas e rapidamente cospem uma gosma sobre sua vítima, que fica paralisada pelo grude.
As aranhas que lançam veneno sobre suas presas são chamadas cuspideiras. O que sai de sua boca é uma mistura de veneno com um tipo de cola natural transparente, que deixa a vítima com dificuldades de se locomover. Tendo o seu alvo paralisado, a cuspuideira se aproxima, pica, injeta mais veneno e, então, começa a se alimentar.
As aranhas cuspideiras vivem escondidas sob troncos de árvores caídos e abrigos diversos no solo das matas. Passam o dia em repouso, mas, à noite, estão ativas para caçar. Seu cardápio inclui uma variedade de insetos não muito grandes e, até mesmo, outras aranhas, algumas delas consideradas perigosas para o ser humano. è o caso da aranha-marrom, que pode provocar ferimentos graves em uma pessoa que seja picada por ela.
O veneno da aranha cuspideira, por sua vez, é inofensivo para os seres humanos. Assim, podemos considerá-la nossa aliada, uma vez que ela age no controle de outros animais, como a aranha-marrom, que podem ser perigosos para o ser humano.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Como é produzido o mel das abelhas?
A produção começa quando as abelhas operárias que trabalham fora da colmeia coletam néctar das flores. Essa é a matéria-prima do chamado mel verdadeiro, mas as operárias coletam qualquer líquido açucarado que possa ser usado para fazer o alimento. É por isso que é tão comum vermos abelhas coletando restos de refrigerante, por exemplo.
Mas como as abelhas não têm baldinhos para levar o néctar até a colmeia, então elas levam no papo! Ou seja, elas levam o mel na boca e é aí mesmo que o néctar já começa a ser transformado em mel, com a ajuda de algumas substâncias que as abelhas produzem em glândulas da boca. As substâncias misturadas mudam o tipo de açúcar do néctar e impedem que o mel estrague pelo aparecimento de micróbios.
Quando as operárias chegam à colmeia, o néctar trazido no papo é depositado nos favos e, então, as operárias de dentro da colmeia começam a desidratá-lo. De que forma? Elas batem as asas em cima dos favos provocando uma ventilação que faz evaporar o excesso de água do néctar, transformando o xarope aguado em mel bem doce e grosso.
O mel pode ser produzido a partir de néctar de um só tipo de flor, como é o caso do mel de laranja feito com o néctar das flores de laranjeiras. Pode, também, ser resultado da mistura do néctar de diferentes flores do campo. Neste caso, ele é chamado de mel silvestre.
As abelhas operárias não fazem o mel para nós, mas para elas mesmas. O mel misturado com pólen e geleia real - substância produzida exclusivamente pelas glândulas de abelhas operárias jovens - é oferecido para as crias e também comido pelas operárias que trabalham fora da colmeia. Já para a rainha, as operárias servem somente a geleia real durante toda a vida.
Mas nós podemos saborear e aproveitar o mel porque as abelhas produzem mais do que conseguem comer.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Mosquitos
Ciência & Natureza.
sábado, 5 de março de 2011
Poesia: O Íbis
O Íbis, ave do Egito,
Pousa sempre sobre um pé
(O que é esquisito).
É uma ave sossegada
Porque assim não anda nada.
Uma cegonha parece
Porque é uma cegonha.
Sonha
E esquece __
Propriedade notável
De toda ave aviável.
Quando vejo esta Lisboa,
Digo sempre, Ah quem me dera
(E essa era
Boa)
Ser um íbis esquisito,
Ou p'lo menos 'star no Egito.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Mini Coelho
Para conhecer mais sobre o Mini Coelho, veja os links abaixo:
http://www.minicoelho.com.br/
http://sites.google.com/site/coelhariomatriz/casa/mini-coelhos-3
http://www.granjaparaiso.com.br/index.php?l=Coelhos-Educacao_e_Cuidados&op=Doencas-Cuidados_Sanitarios
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
A invasão das águas-vivas pelo mundo
http://profjabiorritmo.blogspot.com/2010/10/invasao-das-aguas-vivas-na-costa.html
http://www.bahiascuba.com.br/ver.asp?id=251
http://www.diariodeitapoa.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1338:invasao-de-aguas-vivas-e-caravelas-no-litoral-itapoaense&catid=41:natureza&Itemid=66
http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI2215658-EI8410,00.html
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O "perfume" das baratas
Você sabia que as baratas têm perfume?
É verdade. O cheiro característico das baratas é um perfume irrestível para outras baratas. Por exemplo, os machos da espécie Leucophaea maderae, usam seu perfume para atrair e conquistar as fêmeas. O odor especial sai de suas costas, debaixo das asas. A barata, como outros insetos percebe odores e sabores através de suas antenas. Assim, atraída pelo cheiro do macho, a fêmea chega perto dele, toca-o com suas antenas e sente outros aromas que revestem seu corpo. É dessa maneira que a fêmea confere o macho que lhe interessa. Nesse momento, o macho, que não quer se arriscar a ver a barata ir embora, utiliza outra estratégia de conquista: levanta bem as asas, deixando-as quase na vertical, e dali sai um alimento rico em proteínas que ele mesmo produz, por meio de glândulas, que é oferecido à fêmea. Mas para experimentar o alimento a fêmea precisa subir nas costas do macho. E é nessa hora que o macho aproveita a distração para acasalar. Uma curiosidade: o órgão reprodutor do macho fica no final do abdômem.
Porém as baratas fêmeas não acasalam com qualquer macho. É pelos odores que eles exalam que elas identificam e escolhem os machos dominantes, que são os preferidos, tendo a preferência de oito entre dez baratas fêmeas, porque exalam até vinte vezes mais perfumes que os dominados, ou seja, os vencidos em combate.
Os odores que as baratas exalam para atrair o sexo oposto são chamados feronômios e são produzidos por muitos outros animais também.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Tamanduaí
A cada gestação, o tamanduaí fêmea gera um único filhote. A cria é deixada em uma árvore à noite, enquanto a mãe se alimenta, e é amamentada por ela até que tenha idade para, sozinha, procurar e comer formigas. As fêmeas adultas de tamanduaí têm territórios grandes e o território de um macho inclui o de várias fêmeas, o que significa que ele tem sempre à sua disposição várias fêmeas.
Para saber mais:
http://tamandua.org/especies/16
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Peixinho de rio
Texto de:
Jean Carlos Miranda
Piatã Santana Marques e
Rosana Mazzoni,
Departamento de Ecologia,
Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Relações desarmônicas
"Na natureza, o predatismo, o parasitismo e a competição geralmente têm ação reguladora nas populações envolvidas; eles impedem que o número de indivíduos aumente demais, a ponto de comprometer o equilíbrio ecológico dos ecossistemas.
Num campo, por exemplo, a ação predadora de cobras impede que os ratos entrem em superpopulação. Se isso ocorresse, os ratos, em grande número poderiam devastar a vegetação de que se alimentam. Sem a vegetação, além dos próprios ratos serem levados à morte pela fome, o solo ficaria exposto à ação das enxurradas, que removeriam a sua parte fértil, dificultando o desenvolvimento de novas plantas nesse local."
Fonte:
Ciências - O Meio Ambiente - 5ª série - pág. 27
Carlos Barros e Wilson Roberto Paulino
Editora Ática - 2002
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Inventário de aranhas
"O Museu de História Natural de Nova York está fazendo um inventário mundial de aranhas com a participação de 16 centros de pesquisa de 9 países, inclusive duas do Brasil - o Instituto Butantan e o Museu Paraense Emílio Goeldi. A iniciativa, que pode parecer estranha a princípio, tem grande importância. Uma vez que muitos grupos desses animais têm uma distribuição geográfica restrita, as espécies são consideradas excelentes indicadores de biodiversidade. Isso significa que elas poderão ser usadas, no futuro, para a delimitação das áreas importantes para a conservação. A América do Sul é a região mais rica em variedades de aranhas. Das mais de 5 mil mil espécies existentes no mundo, apenas 200 já foram devidamente estudadas."
Fonte:
Revista Horizonte nº 108, ano 19, pág. 17
terça-feira, 13 de julho de 2010
Macaco em perigo
"Pesquisadores do Centro de Primatas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estão mapeando os refúgios da Amazônia em que um dos macacos mais ameaçados de extinção luta para sobreviver. O caiarara ou macaco-cara-branca foi descrito cientificamente em 1992 e, de imediato classificado como espécie "criticamente em perigo de extinção". O animal habita regiões do Pará e do Maranhão, dentro do chamado Arco do Desmatamento, onde estão as parcelas da Floresta Amazônica mais degradadas, reduzidas a apenas 30% da vegetação original. Os pesquisadores do Projeto Kaapori, do Ibama, realizaram quatro expedições nos últimos dois anos para localizar esses primatas. Entre os locais em situação mais crítica para a conservação do caiarara está a Reserva Biológica Gurupi, no Maranhão, atingida por impactos ambientais e problemas sociais."
Fonte:
Revista Horizonte nº 108, ano 19, pág. 20
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Cerrado: o berço das águas
Em relação aos recursos hídricos, o bioma Cerrado possui uma importância estratégica. É no Cerrado que nascem os rios que formam seis das principais regiões de hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica. O potencial hídrico do Cerrado dá ao bioma o título de Berço das Águas. Até mesmo a bacia hidrográfica do Amazonas recebe as águas que brotam no Cerrado.
Importantes atrativos turísticos na região, as águas têm grande influência na economia de vários municípios. A paisagem do Cerrado, com suas cachoeiras, cascatas, cânions, lagos, rios e riachos é uma atração para visitantes de outras regiões do Brasil e do mundo. É uma beleza incomparável para os que buscam lazer, esportes ou o simplesmente um maior contato com a natureza.
Aquífero Guarani
Para falar em águas do Cerrado é preciso também falar no Aquífero Guarani, uma enorme reserva subterrânea de água doce do mundo. O Aquífero Guarani é a segunda maior reserva subterrânea de água doce do mundo, sendo menor apenas que o Aquífero Alter do Chão. Seu nome é uma homenagem à tribo indígena Guarani.
A maior parte (70% ou 840 mil km²) da área ocupada pelo aquífero - cerca de 1,2 milhão de km² - está no subsolo do centro-sudoeste do Brasil: Mato Grosso do Sul (213 700km²); Rio Grande do Sul (157 600km²); São Paulo (155 800km²); Paraná (131 300km²); Goiás (55 000km²); Minas Gerais (51 300km²); Santa Catarina (49 200km²); e Mato Grosso (26 400km²). O que significa que uma boa parte do mesmo está na área do Cerrado. O restante se distribui entre o nordeste da Argentina (255 mil km²), noroeste do Uruguai (58 500km²) e sudeste do Paraguai (58 500km²), nas bacias do rio Paraná e do Chaco-Paraná. A população atual do domínio de ocorrência do aquífero é estimada em quinze milhões de habitantes.
O aquífero possui um volume de aproximadamente 55 mil km³ e profundidade máxima por volta de 1 800 metros, com uma capacidade de recarregamento de aproximadamente 166km³ ao ano por precipitação. Acredita-se que esta vasta reserva subterrânea possa fornecer água potável ao mundo por duzentos anos. Por isso, torna-se ainda mais importante a preservação da região.
Fontes:
http://www.fotosdocerrado.fot.br/SobreCerrado.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqu%C3%ADfero_Guarani
http://www.oaquiferoguarani.com.br
http://www.moderna.com.br/moderna/didaticos/projeto/2006/1/aquifero/
http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/reuniao-anual-da-sbpc-2006/gigante-desconhecido
http://www.casaecia.arq.br/cerrado3.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-agua/aquifero-guarani-16.php
Acesso em 10/06/2010


















































